quando a vida está boa demais, minha mente existencialista já começa a caçar defeitos, ausências, frustrações, ócios e a demasia da boa bonança...
é claro que todo o bem espiritual, sentimental e físico vivido no hoje advém de uma série de questionamentos, abafamentos, introsamentos e etc... e claro e óbvio é a certeza de que tudo segue seu curso natural, mas que interiormente falando, eu sempre hei de procurar desfalques....e sempre hei de encontrá-los também!
são repentes de vibrações não existentes nesse planeta! de vibrações altamente positivas...! em que o dia se começa e já se fica feliz somente pelo canto dos pássaros! em que se levanta e se alonga...se alimenta e desce as escadas conversando com as flores e as árvores...repentes muito frequentes e lineares, mas que em certos dias, fogem de controle e de existência.
você já acorda de olhos fechados, rola pra não se levantar, desce as escadas se interrogando o porque não de uma cápsula teletransportadora, que te leva para onde você quer...
nos dias de sol na aúrea, até mesmo o trânsito se torna uma atividade adorável! você senta no chão dos degraus do ônibus, observa atentamente as feições das pessoas, como a pensar em suas vidas, o no porquê de todos os passageiros agirem como se tivessem trabalhado a semana inteira quando ainda se é segunda-feira. você se questiona o porque não sorriem! como é que podem viver a vida assim? e toda a vitalidade em luz dentro da gente não suporta a idéia de se viver daquele jeito!!! isso é supra master blaster delicioso...estar em um dia assim!
há também aqueles dias em que mesmo você estando sentado e ainda na janelinha, não tendo pago a passagem porque o cobrador não tinha troco, e mesmo com o melhor livro na bolsa, absolutamente nada, te leva a sorrir, a vibrar...a consciência de um mundo melhor é totalmente extinta na cabeça e nada da certo, você liga para alguém para reclamar do trânsito, e como nada da certo, ninguém atende suas ligações...
essa transição, de um lado para o outro, por ora traz um questionamento no sentido de qual dos pés são reais....
o pé no céu, ou o pé no inferno.
o questionamento alcança a idéia de quando isso irá parar.
essas oscilações...esses pezares....esses prazeres...
toda essa gangorra cansa!
agora, meu corpo está cansado, preciso de um banho e depois com certeza desmaiarei no sono revigorante...e amanhã será outro dia...
espero acordar feliz por ouvir os pássaros,
mas posso odiar ter que abrir os olhos.
fim.
- ...
- "...Quando o Senhor restaurou a minha sorte fiquei como aqueles que sonham... Então minha boca se encheu de riso, e o meu coração se encheu de alegria!"
"O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons."
28 de set. de 2009
21 de set. de 2009
QUEM É DE VERDADE SABE QUEM É DE MENTIRA
eu me pergunto que canções são essas que te cantam pra dentro.
que sensibilidade é esta que diz ter, que não te mostra pro mundo.
quero enteder esta segurança que você insiste em manter,
que te expressa apenas aos semelhantes que te agradam,
apenas às mentes que vc julga insanamente fugaz.
que repentinidade é essa que te fogem os parâmetros,
que te enrolam em vc mesmo.
me diz qual é que é teu problema.
eu te digo sempre qual é minha missão.
que sensibilidade é esta que diz ter, que não te mostra pro mundo.
quero enteder esta segurança que você insiste em manter,
que te expressa apenas aos semelhantes que te agradam,
apenas às mentes que vc julga insanamente fugaz.
que repentinidade é essa que te fogem os parâmetros,
que te enrolam em vc mesmo.
me diz qual é que é teu problema.
eu te digo sempre qual é minha missão.
14 de set. de 2009
11 de set. de 2009
fim.
(...)
embora os pensamentos
estejam começando a descansar,
o coração parando de sangrar,
meus olhos parando de chorar,
embora a cena esteja ao final,
o muito de mim foi assassinado...
e eu posso engolir seco esse nó,
mas meus passos serão dados as sós.
(...)
eu sinto arrepios pelo meu corpo,
mais uma vez eu me doei
mais uma vez eu acreditei
e mais uma vez eu cai.
os soluços calam qualquer possibilidade de volta.
a renúncia abala as minhas estruturas,
que se antes eram de vento,
agora estam como rocha.
Por que?
O que há de errado?
O que mais é necessário?
O que?
Eu não quero fazer parte de possiblidades,
de manejos que podem dar certo.
Se o "se" te orienta,
e se a liberdade e desprendimento te aliviam,
viva com eles
para todo o seu sempre.
O pouco pra mim,
jamais será muito.
Eu vivo de 100%,
e não de 50%.
mais uma vez eu me doei
mais uma vez eu acreditei
e mais uma vez eu cai.
os soluços calam qualquer possibilidade de volta.
a renúncia abala as minhas estruturas,
que se antes eram de vento,
agora estam como rocha.
Por que?
O que há de errado?
O que mais é necessário?
O que?
Eu não quero fazer parte de possiblidades,
de manejos que podem dar certo.
Se o "se" te orienta,
e se a liberdade e desprendimento te aliviam,
viva com eles
para todo o seu sempre.
O pouco pra mim,
jamais será muito.
Eu vivo de 100%,
e não de 50%.
eu sinto como se estivessem enfiando uma faca bem fundo dentro do meu coração.
eu sinto uma dor tão grande,
eu sinto meus olhos chorarem tão sentidos...
eu sinto um espelho estilhaçado,
eu sinto o ódio endurecido pelo gelo de se não se saber o que quer.
eu sinto minha certeza sendo destruída,
subitamente a partir da audição das suas palavras a pouco ditas.
eu sinto que a vida...eu sinto que ela não deseja o meu sorriso...
eu sinto uma coisa tão ruim,
que não tem nome.
e que não tem fim.
e o choro por hoje,
vale pela minha vida.
eu não sinto você
eu esqueço de nós
isso dói.
eu sinto uma dor tão grande,
eu sinto meus olhos chorarem tão sentidos...
eu sinto um espelho estilhaçado,
eu sinto o ódio endurecido pelo gelo de se não se saber o que quer.
eu sinto minha certeza sendo destruída,
subitamente a partir da audição das suas palavras a pouco ditas.
eu sinto que a vida...eu sinto que ela não deseja o meu sorriso...
eu sinto uma coisa tão ruim,
que não tem nome.
e que não tem fim.
e o choro por hoje,
vale pela minha vida.
eu não sinto você
eu esqueço de nós
isso dói.
Processos?
DILACERA...
Esquece que um dia houve em mimvontade enorme de estar ao lado teu
pelo infinito...
Esquece da gente,
e do que construimos pro futuro,
num momento presente.
Se a certeza que vivo,
não faz parte da tuda vida,
Esquece de tudo.
Porque igualmente,
minha vida é freneticamente boa demais,
para eu abrir mão por um talvez amor.
Porque se hoje,
minha loucura é igualmente ligada ao meu amor,
a decepção de um caso que dói,
destrói o que eu enxerguei,
com os meus olhos que agora só sabem chorar...
E pra mim,
se pra você eu fazia parte de um processo pra eu sei lá o que,
EU TÔ TIRANDO MEU MEU CORPO,
MEU CORAÇÃO
E MINHA ALMA DESSE JOGO.
E se a irá for momentânea,
e os problemas forem psicológicos,
Ah de você...
Pois esses meus deliciosos detalhes não passarão mais pelas observações suas.
E se a irá for momentânea,
e os problemas forem psicológicos,
Ah de você...
Pois esses meus deliciosos detalhes não passarão mais pelas observações suas.
4 de set. de 2009
2 de set. de 2009
Dedicatória
Eu quero entender a boca,
daquele que reclama
do muito que lhe convém.
Enfatizo ser drama,
ou dharma
inutilizar a Obra por mero ego.
Me debruço à procura,
de respostas,
o do por quê seres assim,
tão retrogado e fugido de mim...
A tua boca não fala o que vem de dentro,
e teus olhos lacrimejam apenas o que lhe serve.
Por que não pára de girar ao seu redor,
por que não olha a paisagem pela janela da vida?
Insiste em viver, e reviver casos antigos,
em escrever e reinventar sobre si mesmo...
Ouve músicas, para compor,
não há senão saída para criar...
Não há nada que vibre?
Nada mais o toca?
Ou o senhor se fechou e não se abre nunca mais?
Os calos dos dedos que tocam,
são apenas reflexos da vida que se tem.
E o futuro, numa louca estronave, revelará o que te mantém...
Mas por hora, eu insisto...
a sede de vida,
só se sacia quando se enche dela...
Eu quero entender a boca,
daquele que reclama
do muito que lhe convém.
Enfatizo ser drama,
ou dharma
inutilizar a Obra por mero ego.
Me debruço à procura,
de respostas,
o do por quê seres assim,
tão retrogado e fugido de mim...
A tua boca não fala o que vem de dentro,
e teus olhos lacrimejam apenas o que lhe serve.
Por que não pára de girar ao seu redor,
por que não olha a paisagem pela janela da vida?
Insiste em viver, e reviver casos antigos,
em escrever e reinventar sobre si mesmo...
Ouve músicas, para compor,
não há senão saída para criar...
Não há nada que vibre?
Nada mais o toca?
Ou o senhor se fechou e não se abre nunca mais?
Os calos dos dedos que tocam,
são apenas reflexos da vida que se tem.
E o futuro, numa louca estronave, revelará o que te mantém...
Mas por hora, eu insisto...
a sede de vida,
só se sacia quando se enche dela...
1 de set. de 2009
sede...
eu tenho sede de amor,
de paz, de money, de água...
de mais baladas, de mais roles irados, de mais gente útil, de mais gente inteligente,
de mais coisa boa na TV, de mais música boa no meu rádio,
de mais chocolate, de menos crianças nas raus, de mais comida na mesa,
de mais estrelas no céu...de peixes no tiête, de nuvens só de algodão,
de homens reais, de princípes que não viram sapos...
de mais juripinga no bar, de mais forró na minha vida,
de mais rapidez ao digitar,
de mais emprego pra todo mundo...
de mais gente do bem! de menos gente estressada...
eu tenho sede de menos trânsito, tenho sede de apenas 6 horas de trabalho por dia...
eu tenho sede de morar na beira da praia,
de poder beber todas as águas de coco do coqueiro...
de ter uma rede...
de ter qualidade de vida...
eu tenho sede de muita coisa...
de muita coisa ainda não vivida....
E você?
Tem sede de que?
de paz, de money, de água...
de mais baladas, de mais roles irados, de mais gente útil, de mais gente inteligente,
de mais coisa boa na TV, de mais música boa no meu rádio,
de mais chocolate, de menos crianças nas raus, de mais comida na mesa,
de mais estrelas no céu...de peixes no tiête, de nuvens só de algodão,
de homens reais, de princípes que não viram sapos...
de mais juripinga no bar, de mais forró na minha vida,
de mais rapidez ao digitar,
de mais emprego pra todo mundo...
de mais gente do bem! de menos gente estressada...
eu tenho sede de menos trânsito, tenho sede de apenas 6 horas de trabalho por dia...
eu tenho sede de morar na beira da praia,
de poder beber todas as águas de coco do coqueiro...
de ter uma rede...
de ter qualidade de vida...
eu tenho sede de muita coisa...
de muita coisa ainda não vivida....
E você?
Tem sede de que?
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