
e ela que na dança expôs toda a cultura que é latente só de dentro, até o limite da pele.
que mantém os movimentos certos, concretos, precisos, e cheios de ginga, de personalidade, de romance, de história....
o aspiral iluminado que a cercava, paralisou meus olhos, que admirados, dançaram com ela...
é como se houvesse conseguido transpor os lugares, os espaços de tempo que decorrem daquela imersão de contexto histórico.
num bar qualquer, ela permaneceu ela mesma.
isso é o que fica.

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