"O que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons."


13 de mai. de 2009

A vida vai seguindo sem roteiro determinado.

Nas experiências passadas, só pela vivência delas mesmas, era-me como um despertar natural, parecendo-me como se meu espírito houvesse ganhado um brilho diferente a cada caminho seguido instintivamente.
A cada situação inusitada ou esperada eu tive que optar por como reagir ao que me era proposto,
muitas vezes agi de forma irreal...
deixando de escancarar o que gritava aqui dentro, escancarando palavras pra minha própria proteção,
tirando do mundo mais do que ele me dava, e dando mais do que podia...

dividir para multiplicar, pois a não-soma só há de subtrair - e embora essa verdade me seja totalmente inescapável, a vida coloca a nossa frente pessoas que não sabendo que fazem, nos jogam contra a parede e nos questionam indiretamente na lata...
O que há de errado? ... o que há?...
a percepção básica do que o mundo me oferece, eu retraio...
por hora o feeling me esclarece o que devo fazer com isso... e vou caminhando...

Esse feeling...você também deve haver de sentir....
de saber que quando lhe ocorre uma situação, existe um porquê dela...
de saber reagir aos tsunamis, as leves brisas, aos momentos de introspecção, de dispersão...
Eu observo que, querendo ou não, essas são coisas inerentes aos seres humanos.
a voz que vem de dentro, que sussurra ...mas que nem sempre é dado ouvido...

(...)

¿O que será que aconteceu no passado, que fez com que os instintos, melhor dizendo a intuição...- espere ai...entramos num ponto crítico: instintos = corpo, matéria;
intuição = espírito, imaterial, além... – em que ponto o ser humano se afastou dele mesmo? Em se tratando do ser humano integral: mente, espírito, corpo, emocional. (?)

Refletindo....



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