meus olhos curvam-se em fronte a demanda de perguntas...a vida me pregando uma peça que nem eu mesma entendo o porquê...
com meu vasto coração, onde só cabe amor, eu compreendo por um instante, toda essas escolhas que devem ser tomadas decididamente, de acordo com o que grita dentro de mim.
eu compreendo as paisagens, a chuva, o vento, as folhas que caem, como num querer dizer dos anjos de que eu não estou só...
o céu mostrasse como a pupila da íris de DEUS, e o que toma conta do meu ser, são correntes elétricas de paz...
eu respiro fundo, eu olho pra dentro, vejo constelações...
eu olho pra fora, eu vejo carros...
eu vejo o passado, vejo os vacilos, vejo a história, vejo o livro de acontecimentos aberto, página por página...
a música toca e instiga o momento, revitaliza a certeza...
mas...por onde?
por onde ir? por onde começar? terminar?
as batidas do meu peito parecem eufóricas, como no compasso da minha incerteza...
não adiantam conselhos, não adiantam conversas, o que interessa afinal?
eu estou fazendo parte de um Plano Maior?
eu espero que sim...
qual caminho seguir?
os olhos perdem a visão, avistam miragens...
é real?
o que eu sinto é real?
...
eu peço forças, eu peço fé, eu peço um pouquinho de calmaria...

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